Com o decorrer dos anos, as mulheres vêm conseguindo deixar de ser, apenas, donas-de- casa, para entrar no mercado de trabalho, nas mais diversas áreas.
No Direito não é diferente.
As mulheres vêm se destacando nas carreiras jurídicas, até então, ocupadas, somente, pelos homens.
Saliente-se, por oportuno, que a Ministra do Colendo Supremo Tribunal Federal, Dra. Ellen Gracie, é a primeira mulher a presidir a Corte Suprema do país.
Excetuando-se esse caso, temos que nos concursos públicos para a Magistratura, para o Ministério Público Federal e Estadual, para as Procuradorias, em geral, o número de mulheres que se efetivam nos respectivos cargos concorridos, tem sido bem maior que a do sexo oposto.
Não podemos nos esquecer, ainda, que, apesar das mulheres estarem trabalhando fora de casa, não deixaram, contudo, os afazeres domésticos.
Isso porque, devido à educação machista marcante no Brasil, os homens, na sua maioria, pensam que as tarefas de casa, são, exclusivamente, de alçada das mulheres.
Dessa maneira, as mulheres merecem a admiração e o respeito por parte de todos, não apenas porque conseguiram dar passos mais largos, mas, também, porque não deixaram, na sua totalidade, os antigos compromissos do lar, cumulando, pois, mais trabalho.
As mulheres e o Direito
30 novembro 1999
