As mulheres e o Direito

30 novembro 1999

Com o decorrer dos anos, as mulheres vêm conseguindo deixar de ser, apenas, donas-de- casa, para entrar no mercado de trabalho, nas mais diversas áreas.
No Direito não é diferente.
As mulheres vêm se destacando nas carreiras jurídicas, até então, ocupadas, somente, pelos homens.
Saliente-se, por oportuno, que a Ministra do Colendo Supremo Tribunal Federal, Dra. Ellen Gracie, é a primeira mulher a presidir a Corte Suprema do país.
Excetuando-se esse caso, temos que nos concursos públicos para a Magistratura, para o Ministério Público Federal e Estadual, para as Procuradorias, em geral, o número de mulheres que se efetivam nos respectivos cargos concorridos, tem sido bem maior que a do sexo oposto.
Não podemos nos esquecer, ainda, que, apesar das mulheres estarem trabalhando fora de casa, não deixaram, contudo, os afazeres domésticos.
Isso porque, devido à educação machista marcante no Brasil, os homens, na sua maioria, pensam que as tarefas de casa, são, exclusivamente, de alçada das mulheres.
Dessa maneira, as mulheres merecem a admiração e o respeito por parte de todos, não apenas porque conseguiram dar passos mais largos, mas, também, porque não deixaram, na sua totalidade, os antigos compromissos do lar, cumulando, pois, mais trabalho.